Vygotski (1986, p.82) esclarece que:
“Temos consciência de nós mesmos porque nós a temos dos demais e pelo mesmo procedimento através do qual conhecemos os demais, porque nós mesmo em relação a nós mesmos somos os mesmos que os demais em relação a nós. Tenho consciência de mim mesmo somente na medida em que para mim sou outro […]”
Nessa perspectiva, o encontro permanente é incessante com o outro possibilita reconhecer a pluralidade do que se é e do que se pode vir a ser (sobre a temática alteridade cf. ZANELLA, 2004a).
(Andréa Vieira Zanella)
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