Des, compartilho um aprendizado meu lá da Nova Acrópole, afinal podemos ler os itens do diagrama com a seguinte analogia:
- Olhar ativo (discernimento)
- Olhar receptivo (atenção)
- Olhar imagético (futuro)
- Olhar da memória (passado)
Des, compartilho um aprendizado meu lá da Nova Acrópole, afinal podemos ler os itens do diagrama com a seguinte analogia:
Cintia, deixarei postado o vídeo que envistes via e-mail, pois acredito que é ótimo para nosso registro. Colocarei somente uma delas, pois os demais é facil de procurar por ser do mesmo autor.
Um fotógrafo-artista me disse outra vez: veja que pingo de sol no couro de um lagarto é para nós mais importante do que o sol inteiro no corpo do mar. Falou mais: que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem com barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós. Assim um passarinho nas mãos de uma criança é mais importante para ela do que a Cordilheira dos Andes. Que um osso é mais importante para o cachorro do que uma pedra de diamante. E um dente de macaco da era terciária é mais importante para os arqueólogos do que a Torre Eifel. (Veja que só um dente de macaco!) Que uma boneca de trapos que abre e fecha os olhinhos azuis nas mãos de uma criança é mais importante para ela do que o Empire State Building. Que o cu de uma formiga é mais importante para o poeta do que uma Usina Nuclear. Sem precisar medir o ânus da formiga. Que o canto das águas e das rãs nas pedras é mais importante para os músicos do que os ruídos dos motores da Fórmula 1. Há um desagero em mim de aceitar essas medidas. Porém não sei se isso é um defeito do olho ou da razão. Se é defeito da alma ou do corpo. Se fizerem algum exame mental em mim por tais julgamentos, vão encontrar que eu gosto mais de conversar sobre restos de comida com as moscas do que com homens doutos.
Manoel de Barros – Memórias Inventadas: a segunda infância.
“Ao fim de algum tempo descobriu que cada membro da familia repetia todos os dias, sem notar, os mesmos percursos, os mesmos atos, e que quase repetia as mesmas palavras às mesmas horas. Só quando saiam dessa meticulosa rotina é que corriam o risco de perder alguma coisa.” (Gabriel Garcia Marques - Cem anos de solidão)
Às vezes uma chaleira pode ser um vaso de flores. A gravata nem sempre é estética, muitas vezes nos enforca. Também questiono-me como nossos movimentos corporais podem ser resignificados para o público e para quem está dançando.
Ver-se ignorado pelo olhar do outro é doloroso, a indiferença às vezes é pior do que um grito de PQP.
Ontem vi um vídeo meio silencioso e irônico onde existiam várias pessoas no quotidiano usando mascaras de festa de criança (palhaço, princesa, personagens famosos, etc.). Em certo momento uma moça dava risadas dizendo: Você pode tudo com a máscara, meu bem.
Depois do vídeo, lembrei da palavra personalidade que é oriundo da palavra personas que eram as mascaras que os gregos usavam nos teatros.
- Qual mascara usei na primeira vez que ti vi?
- Qual mascara uso quando estou de roupa social?
- Quando sorrio, estou sorrindo por dentro?
P.S. Encontrei o vídeo novamente, segue ele. Agora que vi, tinha somente dois tipos de máscaras. Rsss. Yiuki